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O negócio do compartilhamento

O compartilhamento de todo tipo de bem, sejam carros, casas ou escritórios, é uma tendência sem volta. Empresas como Uber e Airbnb provam isso. A ideia, no entanto, já é antiga. A Regus, com sede em Luxemburgo, começou a oferecer salas de trabalho compartilhadas em 1989. Com o crescimento do conceito de prédios sustentáveis e a busca, pelas empresas, por formas para reduzir o desperdício, que inclui novas maneiras de pensar suas infraestruturas corporativas, a Regus está vendo seu negócio de nicho, inicialmente, se transformar em mainstream. Seu faturamento já ultrapassa £ 1,6 bilhão, o equivalente a R$ 8 bilhões. Ao todo, são 2,3 mil unidades no mundo. No Brasil, onde ela chegou em 1993, são 46 escritórios, em 11 cidades. “Acreditamos em um novo modelo de trabalho, no qual não é preciso estar no escritório todo o tempo”, afirma Tiago Alves, diretor de operações da Regus no Brasil. “Nessa nova ordem mundial, dividir os espaços é a melhor solução.” As estações de trabalho compartilhadas custam a partir de R$ 29,50 por hora. Os planos da companhia no Brasil são de aproveitar a crise do mercado imobiliário para firmar parcerias com construtoras. Segundo Alves, instalar uma unidade Regus em um prédio de escritórios é uma forma de garantir o aluguel do espaço. Com os negócios em baixa, muitas empresas estão se voltando para o compartilhamento. “Esse modelo é perfeito para períodos como o atual”, diz o executivo. “Não faltam clientes.” No caso da Regus, dividir é melhor do que multiplicar.

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