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Compartilhar Produtos e Serviços Vira Tendência Entre Consumidores

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Uma tendência que tem se espalhado entre consumidores do mundo todo é o tema de uma série especial de reportagens do Jornal Nacional, nesta semana. E os economistas dizem que essa tendência vai movimentar uma fortuna correspondente a quase R$ 1 trilhão nos próximos anos.

Ideias que surgiram durante a crise geram empresas que valem bilhões JN mostra riscos e polêmicas que envolvem a economia compartilhada.

Confira exemplos e ideias de novos negócios de Nova York os correspondentes Hélter Duarte e Lúcio Rodrigues mostram a força da chamada economia compartilhada.

Você abriria a porta da sua casa para um estranho? Deixaria essa pessoa que você nunca viu na vida dormir na sua cama? Quem sabe você não oferece até um jantar pra ela? Depois disso tudo, entregar o carro não é problema, né? Pode até parecer maluquice, mas tem muita gente ganhando muito dinheiro assim.

Economia compartilhada: esse é um jeito novo de oferecer produtos e serviços. A ideia é compartilhar mesmo, dividir o uso de alguma coisa com outras pessoas: pode ser uma roupa, um carro, um apartamento inteiro ou só um quarto. E, claro, cobrar por isso, ganhar com isso. 

Pra entender melhor como funciona esse tipo de negócio, a equipe do Jornal Nacional fez um teste e te convida pra acompanhá-lo no vídeo acima. O repórter Hélter Duarte quer jantar na casa de alguém que não conhece. Não é restaurante, é na casa da pessoa mesmo.

Jantar oferecido na internet

Ele escolhe a cidade, mais ou menos quanto quer gastar... A chef é japonesa, o nome dela é Ai. Ai está oferecendo na internet um jantar, tudo incluído, por US$ 55.

O site que vende o serviço garante que só trabalha com chef profissional ou gente com experiência na cozinha.

O jantar é no Brooklyn. "Estou um pouco ansioso. Jantar com um monte de gente que eu nunca vi”, diz Hélter.

A primeira impressão é a melhor possível. O apartamento é muito bacana, bem nova-iorquino. A Ai prepara a comida e os outros convidados vão chegando. São treze, ao todo.“Agora, aquele clima de estranhamento está desaparecendo um pouco. Agora, está começando a ficar legal", conta Hélter

Legal mesmo ficou quando a chef liberou a comida. Cinco pratos. O visual, o gosto: tudo delicioso!

Ideia tem a ver com a crise

Esta é a segunda vez que Verônica vai a um jantar desses com o marido. ''Eu acho que esse tipo de encontro não é pra todo mundo. É preciso ter coragem e querer experimentar coisas diferentes", diz ela.

Se você pensar bem, essa ideia de chamar uma turma pra comer na sua casa e ganhar dinheiro com isso tem tudo a ver com crise.

O professor Arun Sundararajan, da Universidade de Nova York, explica que a economia compartilhada surgiu justamente em 2008, quando o mundo começava a viver uma grande recessão. "As pessoas procuravam produtos e serviços mais baratos, mas a tecnologia foi fundamental. Computadores poderosos, internet rápida, redes sociais, GPS...  Isso deu ao consumidor o poder de ter acesso a coisas sem necessariamente ter que comprá-las", diz ele.E deu à Ai a chance de fazer um dinheiro extra. Ela abriu uma empresa para ficar em dia com o recolhimento de impostos. Depois de pagar uma taxa de 15% ao site, a Ai faturou US$ 748 em apenas uma noite. "Estou muito feliz. E acho que as pessoas aqui também estão", diz ela.

Nesta terça (7), a gente vai mostrar jovens empresários que ficaram bilionários e as maiores empresas do mundo da economia compartilhada.

 

Fonte: G1

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